domingo, 2 de setembro de 2007



Ao passar por mim, recordou-me o velho Drummond, em as "Cartas de amor são ridículas". Ridículas pq já perderam o viço. Assim também são algumas pessoas ridicurlamente ultrapassadas, e ainda carregam as mesmas intenções duvidosas. Porém, parecem não saber que perderam o "viço" - alguém avisa por favor! e... ops! o pior do atual é o melhor delas que nunca foram, mesmo se quisessem ter sido...

E fica a sensação de que não poderia ser mesmo amor, mas um querer gostar, ficar, viver... um apego desses q o tempo acalenta, e pq não dizer um forçar de barra...

Aprendi q amor é um processo bem ativo, consciente, pq é preciso querer pra deixar as raízes se aprofundarem. Parece tudo uma questão do eu, do querer levar adiante. Não é o q se senti, mas o que se faz, e se está disposto a fazer, pra sentir, é a ação q imprime na emoção o que se quer sentir: é um retroalimentar, pela dedicação cresce o afeto, na mesma proporção q se desenvolve aversão em ações contrárias. Então basta q a outra parte corresponda, alimente, aja. Aí então a escolha se faz, e se pensa até onde se quer ir, se até amanhã, ou até o fim. Se tá bom por agora,ou se o futuro reserva coisa melhor.

Então, digo da minha escolha, que encontrei o q fiz o meu melhor, até o fim!
E de todos, posso afirmar que fui eu quem melhor se saiu...

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