E tudo que se ouvia era o silêncio total, eternizados pelos olhos fixos no ocaso, não eram mais que o vestígio da languidez e frivolidade de outrora. Ele ainda rumina, e bate com a cabeça na parede?!? quantas mascaras irão cair, até se revelar à si mesmo; ou será sempre como na fábula do escorpião e a tartaruga?
Oh não!!! tem a vontade, a força de vontade, ela dobra o aço, revira o cerne e reinventa o homem. Das entranhas podres, cresce a relva e brota a flor, embora esteja mais para euforbiácea, do que musácea, mas guarda um perfume, um perfume doce que embebeda as ninfas e nutre gigantes.
E assim uma nova nuance toma seu espaço, com vida própria, pq a vida chora como uma criança mimada, para aqueles que ainda não bebeu o nécta do amor puro e desinteressado...
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
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