
E bem verdade que não se pode escolher o que sentir, mas se pode escolher o que fazer com o que se senti, isso se chama caráter...
É o caráter de cada pessoa que defini o quanto podem ser felizes.
Colho agora, as prósperas sementes que plantei no jardim da minha vida. Da terra "rostra" e fértil, crescem ramas de felicidade, da mais genuína pureza.
Tecida nas gavinhas das boas intenções, embora muitas vezes tenha sido mal interpretada. Mas ao final o tempo, ah, bom amigo tempo, que tem escarnecido a realidade aos olhos de outrem, nua e crua, embora ainda estejam perdidos. Perdidos nas teias de suas próprias tramas, e os dias seguem, seguem, seguirão...
Para algumas coisas é tarde como sempre fora - lembra-me Castro Alves, diz: a lua na janela bate em cheio, é tarde...
Olha de sua prisão sem muros, preso nos labirintos de sua psique. Contempla ao longe as tamareiras que jazem doces como o mel da jati, pq tudo jaz, ele sabe. Mas tem seu frescor mesmo tocadas pelo beijo do deserto escaldante, são muito apreciadas. Esquecidas e solitárias repousaram, em meio a lufadas de ventos nas noites frias, sob miríades de estrela no firmamento. Trazem cada elemento que nutriram os oásis, os seres mais primitivos e os evoluídos, das criptógamas as angiospermas, que apodreceram sob o sol, e por ali passaram, ficaram, se tornarão parte dos que ainda nem nasceram, celebrando a mais pura verdade, assustadora e real, pq desconhecida.


















































