
Ainda que o tempo passe, que voe as horas, o que já foi dito deve ficar calado, pq o silêncio que atordoa já é conhecido, velho companheiro, grava as garras na cortina do tempo, e uiva desesperado na garganta paralisado. Se ainda "o" dia viesse não seria mais o mesmo, não seria assim cm é agora, seria mais um, e traria consigo o que já foi negado.
Deixa, deixa passar, o tempo covarde q é, anuvia a fronte, e deixa ir cm queres tua mente e nega teu coração.
Sabes, julgaste e foi certeira a mão que apontou sabendo q seria assim, sabia q seria assim, por isso desesperadamente tentou em vão, mas não seria o melhor p si.
Resta então o fogo que arde nas entranhas, o toque esperado, os lábios sedento do ósculo. Olhos famintos, faceiros, lânguidos, dissimilados, lambem a aurora prateada das bocas unidas. Lufadas de vento do espasmos dos corpos unidos. Unidos celebram a vida, a vida..., para além a terra de mar, onde a realidade é inatingível...

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